Ministério da Saúde não recomenda polvos de crochê para bebês
N avegando pela internet, você já deve ter se deparado com bebês prematuros com polvos de crochê feitos por voluntários. Essa ideia surgiu na Dinamarca, em 2013, no Projeto Octo , mas começou a ser difundida no Brasil somente no início de 2017. O acessório ficou conhecido por deixar os pequenos que nasceram antes do tempo mais tranquilos, pois os tentáculos reproduziriam o cordão umbilical e o ambiente seguro do útero da mãe. Mas apesar dos benefícios divulgados pela mídia e até mesmo por hospitais que aderiram à técnica, o Ministério da Saúde se pronunciou contrário ao assunto. Em uma nota de esclarecimento publicada na última terça-feira, 25, a instituição afirmou que não recomenda o uso dos polvos com fins terapêuticos e que eles trouxeram novamente o debate sobre brinquedos em incubadoras, que obviamente trazem benefícios, mas precisam passar por um rígido controle hospitalar para evitar infecções. É nosso dever, em função da ética e da responsabilidade que impera...
