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Mostrando postagens com o rótulo Caso Eliza Samudio

Escapei de um marido violento, mas vi minha filha morrer nas mãos do goleiro Bruno

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C onheci meu primeiro namorado – que logo se tornaria marido – bem nova, com apenas 17 anos. No início tudo eram flores, a gente se amava e falava em ficar junto para sempre. O Luiz Carlos tinha 24 anos era um sonho bom: carinhoso e gentil. Fui morar com ele no mesmo ano em que o conheci. Com a convivência pude ver uma pessoa que não conhecia: violenta e sem o menor respeito por mim. Ele começou com a agressão verbal, passou a ser muito grosseiro com coisas pequenas. Não demorou muito para ele avançar para a agressão física. O Luiz me batia muito, quase todos os dias. Separamos e voltamos muitas vezes. Eu estava cansada de apanhar, mas não conseguia sair de vez daquele relacionamento abusivo. Engravidei do meu agressor Quando estava prestes a completar 20 anos, engravidei. Ele não gostou nada da notícia e me mandou abortar. Não acatei às suas ordens e segui com a gravidez. As agressões não pararam nem mesmo quando eu estava esperando uma filha dele. Tive a Eliza com 21 ano...

''Eu sou a pedra no sapato do Bruno'', diz mãe de Eliza Samúdio

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A mãe de Eliza Silva Samúdio , Sônia Fátima Moura , diz que ficou aliviada com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de mandar o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza de volta à prisão na terça-feira (25). Mas nem por isso se sente tranquila. ''Meu medo ainda existe. Querendo ou não, eu sou a pedra no sapato dele. Antes era a Eliza, agora sou eu que incomodo. Quem me garante que não virá alguém atrás de mim?'', disse. Bruno foi condenado em 2013 a 22 anos e três meses de prisão pela morte e ocultação do cadáver de Eliza. Depois de cumprir pena preventiva de seis anos, foi solto em fevereiro, com base em liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF . Sônia entrou com recurso, mas ele foi negado. O caso sofreu uma reviravolta na terça-feira, quando a mesma corte derrubou a liminar por três votos a um. Relacionado: STF decide que goleiro Bruno deve voltar para a prisão Para Sônia, foram dois meses difíceis. Ela tem a guar...

STF decide que goleiro Bruno deve voltar para a prisão

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D epois de ser liberado da prisão preventiva em fevereiro deste ano e de ser, logo em seguida, contratado por um time do interior de Minas Gerais, o Boa Clube , o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza vai estar novamente atrás das grades. Acusado de matar e de ocultar o corpo de sua ex-namorada, Eliza Silva Samúdio , em 2010, o jogador foi condenado a 22 anos e três meses de prisão em 2013, mas entrou com recurso que até agora não foi julgado. A situação acabou virando, inclusive, a deixa necessária para sua soltura, no começo do ano. Uma decisão tomada pela Primeira Turma do Superior Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (25), porém, exige que Bruno retorne à prisão em regime fechado. Segundo o que foi definido hoje, por ter sido condenado por júri popular em 2013, ele não poderia sequer ter recorrido. ''A decisão soberana do tribunal popular deve ser respeitada no presente habeas corpus, em que não há nenhuma alegação de nulidade ou de manifestação...

STF deve julgar nesta terça se goleiro Bruno vai continuar em liberdade

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O Supremo deve julgar nesta terça-feira (25) o mérito do habeas corpus pedido pelo goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza . A Primeira Turma vai analisar se mantém a decisão liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mendes de Farias Mello ou revoga a soltura. O goleiro deixou a cadeia em 24 de fevereiro depois que o ministro aceitou um pedido de soltura feito pelos advogados dele . Bruno ficou preso por seis anos e sete meses, desde julho de 2010, após ser apontado como mandante do sequestro, cárcere privado e morte de Eliza Silva Samúdio , em junho daquele ano. Ele foi condenado em júri popular a 22 anos e três meses de cadeia. Os defensores citam o excesso de prazo na apreciação do habeas corpus contra a sua prisão preventiva. Ao conceder a soltura, o ministro Marco considerou que, ao se negar ao réu o direito de recorrer em liberdade, a condenação foi antecipada, sendo o clamor social ''insuficiente a respaldar a preventiva''. P...